Campus Sustentável e Inclusivo

Campus Sustentável e Inclusivo

Campus Sustentável e Inclusivo

O IPVC promove um Campus Sustentável e Inclusivo em termos ambientais e sociais, para o bem-estar da comunidade académica e para a promoção da Conciliação da Vida Pessoal, Familiar e Profissional:

  • Fomenta atividades de apoio à comunidade (Escola Inclusiva, Academia Sénior, a Academia Júnior)
  • Promove Serviços de apoio social aos estudantes e estabelece parcerias com instituições no seu programa de mecenato académico. Para saberes mais informações acede ao SAS-IPVC.
  • Procura a continua requalificação das suas infraestruturas e equipamentos, para a melhoria continua da eficiência energética, da promoção da mobilidade sustentável e da gestão ambiental do campus, para a qual muito contribuem as 6 Eco-Escolas do IPVC e as “Ideias Sustentáveis  dos Inspetores Ambientais – Brigada IPVC” (participa com as tuas ideias!)

Ambiente e Consumos Sustentáveis - Infraestruturas; Energia; Água.

Com o Relatório Anual de Consumos e Encargos com Energia e Água do IPVC é pretendido desenhar o perfil de consumo das várias infraestruturas do IPVC, assim como o ponto atual da gestão de energia e água da instituição.
Os edifícios são responsáveis por cerca de 40% do consumo total de energia e 36% das emissões de CO2 na Europa, e muito devido ao aquecimento global e maior exigência ao nível do conforto térmico, as previsões apontam para um aumento ao nível dos consumos. Estes dados são cada vez mais relevantes quando para além do impacto ambiental também se impõe outra prioridade, a poupança económica.
No presente relatório são efetuadas algumas recomendações, algumas delas passam por dar continuidade ao trabalho efetuado no que respeita à substituição de lâmpadas comuns por lâmpadas de tecnologia LED, substituição e modernização de equipamentos com maior potencial energético e o reforço na utilização de fontes de energias renováveis e menos poluentes.
Neste momento, o IPVC está a fazer uma forte aposta na gestão e monitorização das instalações e dos consumos. Parte do controlo dos sistemas de iluminação e central térmica é feito por ferramentas automatizadas que permitem acompanhar em tempo real o consumo, o estado das instalações e sistema de alarmística.

A racionalização do consumo apoiada na implementação de novas tecnologias de gestão de energia constitui uma medida importante para reduzir a dependência energética e as emissões de CO2.
Entre 2015 e 2017, verificou-se uma tendência de redução de consumos (gás e eletricidade). Para uma análise mais fina aos sistemas que estão a ser monitorizados, foram criados vários pontos de controlo, por contrato/edifício e por tipologia de consumo de energia (eletricidade, água e gás).
No ano de 2017, os resultados da aplicação de políticas de redução de consumos no IPVC, obtiveram uma eficiência de 75% dos 28 pontos de controlo apenas 7 apresentavam indicador negativo.
De realçar que neste mesmo ano realizou-se a alteração de instalações da Escola Superior de Ciências Empresariais, sendo o fornecimento de água assegurado pela autarquia apresentando-se como um indicador positivo, mas sem possibilidade de verificação efetiva da redução de consumo.
No ano de 2018, os resultados da aplicação de políticas de redução de consumos no IPVC, obtiveram uma eficiência de 35% dos 26 pontos de controlo apenas 9 apresentavam indicador positivo.
Comparativamente ao ano anterior, foram retirados dois pontos de controlo, ambos no setor da água. A ESA pela sua monitorização não se justificar, e a ESCE por falta de acesso a dados devido ao suporte da despesa ser efetuado pelo município de Valença.
No ano de 2019, os resultados da aplicação de políticas de redução de consumos no IPVC, obtiveram uma eficiência de 63%, dos 27 pontos de controlo 17 apresentavam indicador positivo.

Resíduos

O Guia de Boas Práticas Ambientais identifica boas práticas nos temas da utilização da energia elétrica, água, consumíveis, espaços verdes e mobilidade, assim como boas práticas ao nível dos equipamentos laboratoriais. Este guia pretende ser um suporte eminentemente prático para que toda a comunidade escolar possa participar no esforço quotidiano do IPVC para o seu Desenvolvimento Sustentável.

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ECO-Escolas

Eco-Escolas é um programa internacional da “Foundation for Environmental Education”, desenvolvido em Portugal desde 1996 pela ABAE. Pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade.
O programa é coordenado a nível internacional, nacional, regional e de escola. Esta coordenação multinível permite a confluência para objetivos, metodologias e critérios comuns que respeitam a especificidade de cada escola relativamente aos seus alunos e caraterísticas do meio envolvente.
Ao abrigo do Programa Eco Escolas, o IPVC coloca em prática ações de sustentabilidade a nível ambiental tendo já as 6 Escolas aderido ao programa Eco-Escolas, sendo que 4 das mesmas já foram galardoadas, tal facto, demonstra o comprometimento da instituição nesta vertente que visa encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelo IPVC, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade e na sensibilização da comunidade.

Link: https://ecoescolas.abae.pt

GreenMetric World University Ranking 

O IPVC, começou a participação do ranking GreenMetric World University em 2018, onde obteve 4 700 pontos e ocupava a posição número 360 no ranking mundial e a 2 posição a nível nacional.
Em 2019, passou a ocupar a posição 351 com a pontuação de 5 175 pontos.
Em 2020, apresentaram a candidatura ao referido Ranking, um total de 912 universidades a nível mundial, tendo a nível nacional sido 4 as instituições concorrentes. O IPVC no 2020 UI GreenMetric World University Rankings, ficou na posição 172 a nível mundial, a nível nacional ocupa a 2ª posição. O IPVC destaca-se, sobretudo, em Infraestruturas e Energia e Alterações Climáticas, tendo sido, nestes dois indicadores, a mais bem classificada a nível nacional.

Mobilidade Sustentável

A nível da mobilidade sustentável, destaca-se o projeto U-BIKE, BUS-Académico e a aquisição de veículos elétricos com instalação de postos de carregamento.

Escola Inclusiva

A política de Responsabilidade Social Responsabilidade Social Corporativa Interna e Externa do IPVC tem impacto na formação do capital humano, capital social e no desenvolvimento local sustentável. Os projetos de Responsabilidade Social da Escola visam atender às necessidades e ao desenvolvimento integral e sustentável da comunidade através de diferentes iniciativas.
Para o IPVC, as práticas de responsabilidade social são parte integrante de sua cultura organizacional e significam maior proximidade e participação na comunidade.

Através da Escola Inclusiva IPVC, pretendemos promover um ensino socialmente responsável, através da formação de profissionais/cidadãos de excelência, conscientes e solidários com os problemas sociais. A Escola Inclusiva IPVC integra três vertentes de atuação:

  • Programa INPEC+;
  • Projetos Aprendizagem-Serviço;
  • Voluntariado;
  • Bolsas de Apoio/Mecenato (mais informações em SAS-IPVC).

Redes e Projetos

Redes

IPVC está associado a vários Movimentos e Redes relativos à Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Inclusão:

Gabinete Cidade Saudável da Câmara Municipal de Viana do Castelo – IPVC é parceiro local
Conselho Local de Ação Social (CLAS) de Viana do Castelo– IPVC é parceiro local
Fundação Caixa Agrícola do Noroeste – IPVC é do Conselho Consultivo
ÁREA ALTO-MINHO-Agência Regional de Energia e Ambiente – IPVC Vice-Presidente da Direção
DEAR – Development Education and Awareness Raising – Multistakeholder Group” da Comissão Europeia, IPVC tem representante da ESE (GEED) no Grupo consultivo
CentroHabitat-Cluster Habitat Sustentável– IPVC é membro associado
APESB-Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental- IPVC é sócio coletivo
ANQIP-Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais- IPVC associado coletivo
PSC – Plataforma Supraconcelhia do Minho-Lima. O IPVC integra esta estrutura.
Age-Platform Europe – AGE Council;Task Force on Citizenship and Participation (TF5) – Membro
CWEG – Collaborative Workgroup of Educators in Gerontology – Membro
ORSIES – Observatório de Responsabilidade Social de Instituições de Ensino Superior- IPVC é membro
CME – Consórcio Maior Empregabilidade- IPVC é membro
CS11 (IPQ) – Comissão Sectorial para a Educação- IPVC é membro
RCS – Rede Campus Sustentável. IPVC é membro
Transforma Portugal
R-VES – Rede de Voluntariado Universitário- IPVC é membro
PRME – Principles for Responsible Management Education (PRME) a United Nations-supported initiative founded in 2007 as a platform to raise the profile of sustainability in schools around the world
UIIN’s – University Industry Innovation Network. Organisational Member devoted to the interaction between universities and industry
Pacto para a Conciliação integrado no “Programa 3 em Linha – Programa para a Conciliação da Vida Profissional, Pessoal e Familiar” do Governo: o IPVC foi a primeira IES a aderir ao Pacto

O IPVC também tem conquistado importantes prémios na área da Responsabilidade Social. Mais recentemente, arrecadou o Prémio Santander Uni.Covid-19 com o projeto Janelas ConVida. Em 2019, venceu o ERP Eco Sustainability Award, com o desenvolvimento de um Depositrão (antirroubo), e também o Novo Verde Packaging Universities Award, com CAFE – Consciência Ambiental para o Fim das Embalagens. Em 2018, foi Prémio Academia Grace, com o Sistema de auxílio e melhoramento à mobilidade de pessoas invisuais, e Prémio de Voluntariado Universitário promovido pelo Santander Universidades Portugal-Projeto, com a Escola Inclusiva IPVC.

Projetos

  • Projetos Sustentabilidade
  • Projetos Institucionais _POSEUR e Fundo Ambiental

Projeto Refill H2O, com melhor classificação no Programa “Ambiente, Alterações Climáticas e Economia de Baixo Carbono“, Ministério do Ambiente e da Ação Climática. Programa “EEA Grants” alia Portugal à Noruega, Islândia e Liechtenstein, visa mitigar os efeitos das alterações climáticas.

Ao nivel dos projetos institucionais, através do financiamento POSEUR, o IPVC tem a decorrer um conjunto de investimentos superior a 2,5 milhões de euros relacionados com a eficiência energética, e que visam a melhoria do desempenho energético dos edifícios, reduzindo o consumo energético e as emissões de gás de efeito estufa. A instituição conta com alguns projetos e ações de sensibilização na gestão dos recursos hídricos e na reciclagem e reutilização de resíduos.
Em 2019, o IPVC viu aprovadas duas candidaturas POSEUR, de cerca de 2 000 000 €, através das quais vão ser efetuadas intervenções para o aumento da eficiência energética no âmbito da:

  • Intervenção na envolvente opaca dos edifícios, com o objetivo de proceder à instalação de isolamento térmico em paredes e coberturas;
  • Intervenção na envolvente envidraçada dos edifícios, através da substituição de caixilharia com vidro simples e com vidro duplo sem corte térmico, por caixilharia com vidro duplo e corte térmico;
  • Intervenção nos sistemas técnicos instalados, pela substituição por sistemas de elevada eficiência, tais como, substituição de caldeiras a gás propano por caldeiras a biomassa e substituição de caldeiras de gás natural com “retrofit” para caldeiras de condensação;
  • Intervenção na iluminação interior e exterior, aplicando a tecnologia led e instalação de painéis solares térmicos para produção de água quente sanitária e instalação de sistemas de produção fotovoltaica para autoconsumo.

Em 2020, o IPVC viu aprovada uma candidatura POSEUR, de cerca de 500 000 €, através da qual irão ser efetuadas intervenções para o aumento da eficiência energética:

  • Intervenção na envolvente opaca dos edifícios, com o objetivo de proceder à instalação de isolamento térmico em paredes e coberturas;
  • Intervenção na envolvente envidraçada dos edifícios, através da substituição de caixilharia com vidro simples e com vidro duplo sem corte térmico, por caixilharia com vidro duplo e corte térmico;
  • Intervenção nos sistemas técnicos instalados, pela substituição por sistemas de elevada eficiência, tais como, substituição de caldeiras a gás propano por bomba de calor;
  • Intervenção na iluminação interior e exterior, aplicando a tecnologia led e  instalação de sistemas de produção fotovoltaica para autoconsumo.
Atualizado em 01/04/2021