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Lista de notícias

ESCE vence Cortejo Académico

Foi o primeiro cortejo académico para quase todos os alunos. Por isso, a alegria de uns misturava-se com a nostalgia de outros. Dois anos depois, o cortejo académico saiu à rua em Viana do Castelo e caloiros e finalistas mostraram o “orgulho” na família que ganharam no Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC). “Aqui somos uma verdadeira família. Aqui somos muito felizes”, gritavam os alunos para todos ouvirem. “Sejam felizes e lutem pelos vossos sonhos”, desafiou, entretanto, a vice-presidente do Politécnico de Viana do Castelo, Ana Paula Vale.   Dois anos depois, os alunos do Instituto Politécnico de Viana do Castelo voltaram às ruas de Viana do Castelo para participarem no cortejo académico, organizado pela Federação Académica do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Cor, animação, orgulho, saudade e muita emoção fizeram parte do momento que todos ansiavam há muito: participar no cortejo académico. No final, venceu a Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE), tendo o segundo lugar sido entregue ao curso de licenciatura em Engenharia Civil e do Ambiente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) e a Escola Superior de Educação (ESE) conquistou o terceiro lugar. Christian Carvalho é finalista do curso de Engenharia Civil e do Ambiente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) e a felicidade estava-lhe estampada no rosto. Começou por tirar o Curso Técnico Superior Profissional (CTeSP) em Construção e Reabilitação e depois decidiu ingressar na licenciatura. Destes seis anos, Christian leva “tudo de positivo”. “Levo memórias, amigos, família, muito conhecimento e aprendizagem e até lágrimas”, confessou o jovem. Durante a pandemia “não foi fácil”, mas o aluno da ESTG-IPVC assegurou que foi “muito feliz”. Agora segue-se a inscrição no mestrado em Engenharia Civil e do Ambiente e o aluno da ESTG-IPVC deixa um conselho aos amigos de curso: “Aproveitem tudo que o IPVC tem para vos dar, estudem e divirtam-se”. Até porque “crescer é a melhor palavra que define estes seis anos”, assumiu. Também no carro da Escola Superior de Educação (ESE-IPVC), Ana Guimarães da licenciatura em Educação Social e Gerontológica, Catarina Ferreira de Educação Básica e Joana Costa de Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas destacavam-se pelo “orgulho e felicidade” que sentiam no percurso feito nos últimos três anos. “A praxe na ESE-IPVC é espetacular, trouxe-nos muitos ensinamentos”, recordaram as alunas, lamentando “as muitas incertezas” que a pandemia trouxe nestes últimos dois anos. As alunas levam “muitas memórias e aprendizagens” dos cursos.  Animadas e a cantar, as alunas não quiseram deixar passar a oportunidade para “gritar bem alto”: “Viva a ESE, onde tem artistas que nos inspiram e inovam o futuro, onde tem professores que ensinam os mais pequenos a ir mais longe e onde tem os gerontólogos que cuidam dos mais velhos. O que querem mais? Temos tudo”. Seguiu-se no cortejo, o trator da Escola Superior Agrária (ESA-IPVC), onde as abelhas foram rainhas. Inês Queirós é caloira do curso de licenciatura em Enfermagem Veterinária e veio de Vila do Conde diretamente para Ponte de Lima. “Foi a minha primeira opção, era a escola e o curso que eu queria e recomendo totalmente”, começou por vincar. A aluna da ESA-IPVC garantiu estar a viver uma “experiência incrível”, sendo que o curso está “a corresponder e muito às expetativas”. A união e o respeito são “a imagem” da ESA-IPVC e Inês Queirós agradece “a família” que ganhou nesta que é agora a sua primeira casa. A terminar a licenciatura em Enfermagem na Escola Superior de Saúde (ESS-IPVC), Verónica Matos, natural de Viana do Castelo, estava emocionada. Questionada sobre o que leva da ESS-IPVC, Verónica foi categórica: “Levo tudo, amigos para a vida, uma família que me acolheu desde o primeiro dia, muita aprendizagem e conhecimento”. A aluna confidenciou que foi na ESS-IPVC que cresceu enquanto pessoa e futura profissional de saúde. Junto ao carro da Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE-IPVC), Alexandra Pereira olhava “orgulhosa” para a filha Sara Couto, que tirava fotografias com os amigos do curso de licenciatura em Contabilidade e Fiscalidade. “Fiz horas para conseguir estar aqui hoje, mas tinha que estar porque é um orgulho para mim ver a minha filha a terminar o curso que ela queria”, confessou Alexandra Pereira que veio de Vila Verde até Viana do Castelo para ver a filha a desfilar pelas ruas das cidades. “Valença e Viana do Castelo têm um ambiente muito bom e a minha filha, mesmo sendo mais introvertida, adaptou-se muito bem. Ver a milha filha feliz deixa-me feliz”, assumiu Alexandra Pereira, recomendando, “como mãe”, a ESCE para estudar. “A ESCE e o IPVC têm um ambiente muito familiar, onde todos se conhecem e são uma verdadeira família”, assegurou. A filha Sara Couto confirmou: “Os professores e os funcionários estão sempre preocupados connosco e os colegas são uma família para mim. Ainda não acabou e já estou com saudades”, referiu. Já com a voz rouca de tanto gritar “ESDL e IPVC”, Pedro Antunes, aluno finalista do curso de licenciatura de Desporto e Lazer na Escola Superior de Desporto e Lazer (ESDL-IPVC), começou por afirmar que “há males que vêm para o bem”. De imediato explicou: “Inicialmente queria ir para a Academia Militar, mas acabei por ingressar na licenciatura na ESDL. No primeiro dia fui com muito receio, mas logo fui abraçado por todos os colegas de curso que me receberam como se fizesse já parte da família”. Pedro Antunes elogiou ainda o ambiente familiar que se vive na ESDL-IPVC. “Era muito tímido e reservado. Na ESDL-IPVC cresci muito enquanto pessoa. Somos muito unidos, todos se conhecem pelo nome e alunos, professores e funcionários dão um apoio que ninguém imagina. Lá somos felizes e somos uma verdadeira família”, garantiu o aluno, que vai agora ingressar no mestrado. “Sejam felizes e lutem pelos vossos sonhos”   Pela tribuna onde estava o júri, os alunos de todas as escolas passaram e fizeram valer os respetivos cursos.  A vice-presidente do Politécnico de Viana do Castelo, Ana Paula Vale, evidenciou o espírito de comunidade que já se nota nos caloiros, realçando os efeitos da pandemia sobretudo nos alunos finalistas, que estavam a viver o primeiro cortejo da sua vida académica. A vice-presidente do Politécnico de Viana do Castelo aproveitou ainda para deixar uma mensagem de esperança, de trabalho e de união aos alunos. “Acima de tudo sejam felizes e lutem pelos vossos sonhos”, apelou. Também o presidente da Federação Académica do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, André Neves, destacou o facto deste cortejo ser o primeiro cortejo em que os finalistas participam. “Nota-se a alegria e a nostalgia ao mesmo tempo no rosto de todos eles”, atirou o presidente, admitindo que este cortejo teve “um sabor muito especial”. André Neves fez um  balanço positivo da Semana Académica, apesar dos “muitos contratempos e do tempo também não ter ajudado”. Mas valeu pela “grande adesão e envolvência de toda a comunidade”.  

Escola Superior de Saúde celebrou 49 anos

A preparar já as bodas de ouro, a Escola Superior de Saúde (ESS), do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), celebrou esta segunda feira, dia 16 de maio, o 49.º aniversário. O presidente do Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues, reconheceu o trabalho realizado na escola, acreditando que vai continuar a ter “uma formação de qualidade”.  Já a pensar no futuro, a diretora da ESS-IPVC, Aurora Pereira, anunciou a aposta na área da saúde mental e o reforço das atividades junto da comunidade. A festa de aniversário, que se realizou esta segunda feira, contou com as presenças do presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues, da diretora da ESS-IPVC, Aurora Pereira, do presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, e da presidente da Associação de Estudantes, Daniela Mendes. Antes de cantar os parabéns à ESS-IPVC e da atuação da Tuna da ESS-IPVC (Tuness), foram entregues Prémios de Reconhecimento de Carreira. O presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), Carlos Rodrigues, começou por elogiar o trabalho feito na ESS-IPVC ao longo de quase meio século. “O reconhecimento do trabalho dentro e fora de portas deve-se ao esforço e empenho de docentes, de funcionários e de estudantes”, aplaudiu Carlos Rodrigues, evidenciando “a notoriedade” que a ESS dá ao Politécnico de Viana do Castelo. O trabalho feito também “é um indicador que dá garantias e esperança para a escola continuar a ter uma formação de qualidade”, assegurou o presidente. Ainda na cerimónia solene do 49.º aniversário da ESS-IPVC, o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, destacou a “qualidade formativa” da ESS-IPVC, realçando “a componente humana”. Luís Nobre admitiu que é “um privilégio” manter as parcerias existentes. “Fomos pioneiros neste tipo de parcerias e queremos dar continuidade e consolidar o trabalho que temos feito na área da saúde”, referiu o presidente, adiantando que o município está a trabalhar na estratégia municipal para a saúde e a ESS-IPVC “tem um papel fundamental na construção do documento”. Em jeito de balanço, a diretora da ESS-IPVC, Aurora Pereira, destacou que “a escola tem crescido muito em termos de oferta formativa, sendo que há muita procura pelos cursos”. Reconhecida a nível nacional pela “qualidade dos profissionais que forma”, a ESS-IPVC tem necessidade de aumentar o número de vagas disponível. Para Aurora Pereira, “o futuro terá que passar pelo alargamento da oferta formativa para dar resposta não só às necessidades atuais, nomeadamente a saúde mental, mas também para preencher o conceito de escola de saúde”. Para continuar a ter formação de qualidade, a diretora reforçou “a necessidade de rejuvenescimento do corpo docente, sendo fundamental que seja integrado de forma faseada para que quem chegue fique imbuído do espírito da escola”. A diretora da escola evidenciou ainda a importância de reforçar as atividades junto da comunidade, “indo ao encontro das necessidades em termos de saúde e ao nível social que são cada vez mais prementes”. Já a pensar nisso, Aurora Pereira anunciou que no próximo ano letivo vai avançar a Pós-Graduação em Saúde Mental, revelando que se está a trabalhar numa proposta de Mestrado na área da Saúde Mental. “Temos um investimento muito grande em atividades de extensão à comunidade e de investigação, mas queremos continuar nesta proximidade muito em articulação com a comunidade e com os municípios”, defendeu. Os últimos dois anos foram um “grande desafio” para a ESS-IPVC. “A nossa formação prática realiza-se muito em contextos clínicos na área da saúde o que nos levou a alterar os percursos formativos e a fazer um exercício muito grande para, com a colaboração das instituições, não hipotecar a formação dos nossos alunos”, admitiu Aurora Pereira, aplaudindo o sucesso alcançado. “O resultado só de deveu graças à capacidade de adaptação dos nossos estudantes, à resiliência e trabalho dos nossos docentes e à colaboração excecional das instituições de saúde que recebem os nossos alunos”, assegurou. Ainda na cerimónia, a presidente da Associação de Estudantes da ESS-IPVC, Daniela Mendes, elogiou o trabalho realizado durante a pandemia, agradecendo a todos que permitiram que “tudo corresse pelo melhor”. À ESS-IPVC, que foi a sua casa nos últimos seis anos, Daniela Mendes agradeceu por ser uma escola de “afetos”, onde para além de se trabalhar a arte do cuidar também se trabalha a arte de saber estar e de saber ser.  

IPVC celebrou 36 anos

Foi em ambiente de festa, recordando o passado, celebrando o presente e projetando o futuro que o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) celebrou hoje o 36.º aniversário. “Com um longo caminho já percorrido e com muito trabalho feito”, o presidente do Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues, assumiu que “ainda há muito a fazer” e há “grandes desafios” a curto e médio prazo. Já a consolidação de projetos e as parcerias profícuas mereceram destaque por parte do presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, que considera que o Politécnico de Viana do Castelo é hoje “o maior projeto de coesão territorial e social do distrito”.   O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, começou por reconhecer o processo de crescimento e de consolidação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. “Para mim, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo é o maior projeto de coesão territorial e social do distrito”, assumiu Luís Nobre, destacando “o impacto” que a academia tem tido nas várias áreas. “Com as parcerias, o IPVC tem conseguido encontrar soluções e tem tido a capacidade de agregar socialmente todo o território”, aplaudiu. Evidenciando o “privilégio” de estar presente na sessão solene pela primeira vez enquanto presidente da autarquia, Luís Nobre destacou as “parcerias profícuas” que o Município de Viana do Castelo mantém com o IPVC que têm respondido às necessidades do território. Para o futuro avizinham-se “grandes desafios”, que são duas áreas fundamentais para a academia e para o concelho: transição climática e economia do mar. Já o presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues, começou por fazer um balanço do trabalho realizado nos primeiros dois anos de mandato. “Um longo caminho já percorrido e com muito trabalho feito. Mas há ainda muito a fazer”, admitiu o presidente do Politécnico de Viana do Castelo, assumindo “grande desafios” no futuro a curto e médio prazo. A construção dos edifícios de investigação em Ponte de Lima e em Viana do Castelo mereceram destaque por parte do presidente do Politécnico de Viana do Castelo. “Estes dois projetos de construção encontram-se nas Câmaras Municipais de Viana do Castelo e de Ponte de Lima para licenciamento e espera-se que, no âmbito do Quadro de financiamento 2030, haja financiamento para este tipo de infraestruturas”, apelou. Carlos Rodrigues referiu também a construção de novas residências, que conta com a colaboração das câmaras de Valença e Melgaço, e que vai permitir a disponibilização de quase 400 camas. A criação de duplas titulações e o desenvolvimento de projetos de investigação conjuntos são outros projetos que o Politécnico de Viana do Castelo tem em mãos. Integrar a rede de universidades europeias, o reforço da cooperação com os PLOP e o aumento do número de alunos internacionais são ainda objetivos a concretizar pelo Presidente do Politécnico de Viana do Castelo. Carlos Rodrigues evidenciou também o projeto BAITS, que surge no alinhamento com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). “Com o BAITS vai ser possível disponibilizar, entre outros, mentorias, tutorias, o ano zero, de forma a mitigar o abandono escola, novas abordagens de ensino, nomeadamente o ensino à distância que vai atrair novos públicos, o reforço da oferta formativa ao nível dos CTeSP e Mestrados”, assegurou Carlos Rodrigues, garantindo que com estas medidas o IPVC “pretende qualificar os recursos humanos do tecido empresarial de forma a tornar a região mais competitiva no mercado global, bem como apostar na digitalização e modernização dos serviços”. IPVC promove a “formação integral” dos estudantes   Ainda na sessão de abertura, a presidente do Conselho Geral do IPVC, Maria do Rosário Barros, defendeu que “uma instituição sem memória é uma instituição sem história, e uma instituição sem história é uma instituição sem futuro”. Hoje, ao entregar os prémios a alunos, a docentes e a não docentes, o IPVC está, nas palavras da presidente do Conselho Geral, a escrever a história da instituição e a conduzi-la para o futuro. “Muito nos podemos orgulhar do nosso instituto, porque mais do que formar inquestionavelmente excelentes profissionais em diversas áreas, combinado ensino com investigação, numa atitude pró-ativa de permanente inovação, cooperação e compromisso, centrado no desenvolvimento da região, do país e do mundo, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo promove a formação integral dos seus estudantes ao longo da vida ensinando-os a amar e aprendendo a amar com eles”, elogiou Maria do Rosário Barros. O IPVC é, de acordo com a presidente do Conselho Geral, “uma instituição reconhecida, nacional e internacionalmente, pela qualidade da sua formação e investigação que assenta num corpo docente científica, técnica e pedagogicamente muito qualificado, com processos formativos inovadores, suportada por atividades de investigação, desenvolvimento e inovação numa parceria simbiótica com os agentes da comunidade e que se traduz em grande notoriedade e contributo para o desenvolvimento sustentável da região”. No discurso, a presidente do Conselho Geral, sublinhou que “o IPVC é uma instituição onde se quer e se gosta de estudar, onde se quer e se gosta de trabalhar e quando assim é, tudo é possível nomeadamente ser feliz”. Ainda na sessão solene comemorativa, o presidente da Federação Académica do IPVC, André Neves, referiu que os 36 anos “são sinónimo de muito trabalho, empenho, profissionalismo e inovação”. André Neves reconheceu e agradeceu todo o trabalho feito pelo Politécnico de Viana do Castelo, que tem vindo a crescer e a consolidar-se. O presidente da Federação Académica do IPVC deixou ainda um apelo aos estudantes: “façam da academia a vossa casa”. Instituições de ensino superior “têm potencial de crescimento e de atração internacional”   Depois da entrega de prémios aos alunos com melhor classificação de ingresso, de Mérito a Estudantes, de Reconhecimento de Carreira a pessoal não docente, a pessoal docente e aos novos Doutorados, realizou-se ainda uma mesa redonda sobre “A Estratégia Nacional para o Mar”. Moderada pela jornalista da RTP Maria Cerqueira, o debate juntou o secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, e o Consultor Estratégico na Fórum Oceano, Rui Azevedo. O secretário de Estado do Mar começou por referir que “o oceano é um novo território”, havendo aqui “uma aprendizagem em identificar problemas de licenciamento e legislação nesta área que é relativamente nova”. Portugal, assegurou o secretário de Estado do Mar, “está na liderança em muitos projetos de grande inovação e que já são objeto de atenção de grandes multinacionais”. Acreditando que Portugal tem aqui uma “enorme oportunidade”, José Maria Costa deixou o desafio às instituições de ensino superior “para atraírem mais jovens para a economia do mar, valorizando as profissões emergentes”. Este é um desafio que Portugal tem pela frente e José Maria Costa acredita que as empresas e as instituições de ensino superior têm aqui “um potencial de crescimento e de atração internacional”. O ex-presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, que confidenciou que esta cerimónia foi o primeiro convite que aceitou enquanto secretário de Estado do Mar, defendeu que o futuro passa por atrair talento para o nosso país e para estas áreas. Já o Consultor Estratégico na Fórum Oceano, Rui Azevedo, destacou os “desafios emergentes” que podem trazer crescimento de valor acrescentado numa dimensão de sustentabilidade em áreas como as indústrias navais ou turismo com os novos paradigmas da descarbonização ou da economia digital. Rui Azevedo também acredita que “os institutos politécnicos têm um “papel importante”.  Para o Consultor Estratégico na Fórum Oceano “há um crescimento muito significativo de conhecimento e tecnologia nestas áreas e com grande potencial e criar esse sistema implica talento, investimento e financiamento que são condições fundamentais para que tudo comece a ganhar forma”. Há aqui, concluiu Rui Azevedo, “uma janela de oportunidades que o país não pode perder”. De destacar que no âmbito da Estratégia Nacional do Mar, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo já está a desenvolver novas ofertas formativas de pós-graduações, cursos de curta duração (micro-credenciais) e um ciclo de conferências e oficinas pedagógicas - Water Design Views. Formações em logística e transporte marítimo, Construção Naval e Máquinas e Sistemas Marítimos, desportos náuticos, marketing e comunicação do mar, guias turísticos, documentarismo e artesanato náutico, gestão de recursos hídricos e saúde pela água, entre outros também já integram o trabalho que o IPVC está a desenvolver nesta área. https://youtu.be/1Enf6-cI2d4    

IPVC celebrou 36 anos

Foi em ambiente de festa, recordando o passado, celebrando o presente e projetando o futuro que o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) celebrou este domingo, dia 15 de maio, o 36.º aniversário. “Com um longo caminho já percorrido e com muito trabalho feito”, o presidente do Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues, assumiu que “ainda há muito a fazer” e há “grandes desafios” a curto e médio prazo. Já a consolidação de projetos e as parcerias profícuas mereceram destaque por parte do presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, que considera que o Politécnico de Viana do Castelo é hoje “o maior projeto de coesão territorial e social do distrito”.   O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, começou por reconhecer o processo de crescimento e de consolidação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. “Para mim, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo é o maior projeto de coesão territorial e social do distrito”, assumiu Luís Nobre, destacando “o impacto” que a academia tem tido nas várias áreas. “Com as parcerias, o IPVC tem conseguido encontrar soluções e tem tido a capacidade de agregar socialmente todo o território”, aplaudiu. Evidenciando o “privilégio” de estar presente na sessão solene pela primeira vez enquanto presidente da autarquia, Luís Nobre destacou as “parcerias profícuas” que o Município de Viana do Castelo mantém com o IPVC que têm respondido às necessidades do território. Para o futuro avizinham-se “grandes desafios”, que são duas áreas fundamentais para a academia e para o concelho: transição climática e economia do mar. Já o presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues, começou por fazer um balanço do trabalho realizado nos primeiros dois anos de mandato. “Um longo caminho já percorrido e com muito trabalho feito. Mas há ainda muito a fazer”, admitiu o presidente do Politécnico de Viana do Castelo, assumindo “grande desafios” no futuro a curto e médio prazo. A construção dos edifícios de investigação em Ponte de Lima e em Viana do Castelo mereceram destaque por parte do presidente do Politécnico de Viana do Castelo. “Estes dois projetos de construção encontram-se nas Câmaras Municipais de Viana do Castelo e de Ponte de Lima para licenciamento e espera-se que, no âmbito do Quadro de financiamento 2030, haja financiamento para este tipo de infraestruturas”, apelou. Carlos Rodrigues referiu também a construção de novas residências, que conta com a colaboração das câmaras de Valença e Melgaço, e que vai permitir a disponibilização de quase 400 camas. A criação de duplas titulações e o desenvolvimento de projetos de investigação conjuntos são outros projetos que o Politécnico de Viana do Castelo tem em mãos. Integrar a rede de universidades europeias, o reforço da cooperação com os PLOP e o aumento do número de alunos internacionais são ainda objetivos a concretizar pelo Presidente do Politécnico de Viana do Castelo. Carlos Rodrigues evidenciou ainda o projeto BAITS, que surge no alinhamento com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). “Com o BAITS vai ser possível disponibilizar, entre outros, mentorias, tutorias, o ano zero, de forma a mitigar o abandono escola, novas abordagens de ensino, nomeadamente o ensino à distância que vai atrair novos públicos, o reforço da oferta formativa ao nível dos CTeSP e Mestrados”, assegurou Carlos Rodrigues, garantindo que com estas medidas o IPVC “pretende qualificar os recursos humanos do tecido empresarial de forma a tornar a região mais competitiva no mercado global, bem como apostar na digitalização e modernização dos serviços”. IPVC promove a “formação integral” dos estudantes   Ainda na sessão de abertura, a presidente do Conselho Geral do IPVC, Maria do Rosário Barros, defendeu que “uma instituição sem memória é uma instituição sem história, e uma instituição sem história é uma instituição sem futuro”. Este domingo, ao entregar os prémios a alunos, a docentes e a não docentes, o IPVC esteve, nas palavras da presidente do Conselho Geral, a escrever a história da instituição e a conduzi-la para o futuro. “Muito nos podemos orgulhar do nosso instituto, porque mais do que formar inquestionavelmente excelentes profissionais em diversas áreas, combinado ensino com investigação, numa atitude pró-ativa de permanente inovação, cooperação e compromisso, centrado no desenvolvimento da região, do país e do mundo, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo promove a formação integral dos seus estudantes ao longo da vida ensinando-os a amar e aprendendo a amar com eles”, elogiou Maria do Rosário Barros. O IPVC é, de acordo com a presidente do Conselho Geral, “uma instituição reconhecida, nacional e internacionalmente, pela qualidade da sua formação e investigação que assenta num corpo docente científica, técnica e pedagogicamente muito qualificado, com processos formativos inovadores, suportada por atividades de investigação, desenvolvimento e inovação numa parceria simbiótica com os agentes da comunidade e que se traduz em grande notoriedade e contributo para o desenvolvimento sustentável da região”. No discurso, a presidente do Conselho Geral, sublinhou que “o IPVC é uma instituição onde se quer e se gosta de estudar, onde se quer e se gosta de trabalhar e quando assim é, tudo é possível nomeadamente ser feliz”. Ainda na sessão solene comemorativa, o presidente da Federação Académica do IPVC, André Neves, referiu que os 36 anos “são sinónimo de muito trabalho, empenho, profissionalismo e inovação”. André Neves reconheceu e agradeceu todo o trabalho feito pelo Politécnico de Viana do Castelo, que tem vindo a crescer e a consolidar-se. O presidente da Federação Académica do IPVC deixou ainda um apelo aos estudantes: “façam da academia a vossa casa”. Instituições de ensino superior “têm potencial de crescimento e de atração internacional”   Depois da entrega de prémios aos alunos com melhor classificação de ingresso, de Mérito a Estudantes, de Reconhecimento de Carreira a pessoal não docente, a pessoal docente e aos novos Doutorados, realizou-se ainda uma mesa redonda sobre “A Estratégia Nacional para o Mar”. Moderada pela jornalista da RTP Maria Cerqueira, o debate juntou o secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, e o Consultor Estratégico na Fórum Oceano, Rui Azevedo. O secretário de Estado do Mar começou por referir que “o oceano é um novo território”, havendo aqui “uma aprendizagem em identificar problemas de licenciamento e legislação nesta área que é relativamente nova”. Portugal, assegurou o secretário de Estado do Mar, “está na liderança em muitos projetos de grande inovação e que já são objeto de atenção de grandes multinacionais”. Acreditando que Portugal tem aqui uma “enorme oportunidade”, José Maria Costa deixou o desafio às instituições de ensino superior “para atraírem mais jovens para a economia do mar, valorizando as profissões emergentes”. Este é um desafio que Portugal tem pela frente e José Maria Costa acredita que as empresas e as instituições de ensino superior têm aqui “um potencial de crescimento e de atração internacional”. O ex-presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, que confidenciou que esta cerimónia foi o primeiro convite que aceitou enquanto secretário de Estado do Mar, defendeu que o futuro passa por atrair talento para o nosso país e para estas áreas. Já o Consultor Estratégico na Fórum Oceano, Rui Azevedo, destacou os “desafios emergentes” que podem trazer crescimento de valor acrescentado numa dimensão de sustentabilidade em áreas como as indústrias navais ou turismo com os novos paradigmas da descarbonização ou da economia digital. Rui Azevedo também acredita que “os institutos politécnicos têm um “papel importante”.  Para o Consultor Estratégico na Fórum Oceano “há um crescimento muito significativo de conhecimento e tecnologia nestas áreas e com grande potencial e criar esse sistema implica talento, investimento e financiamento que são condições fundamentais para que tudo comece a ganhar forma”. Há aqui, concluiu Rui Azevedo, “uma janela de oportunidades que o país não pode perder”. De destacar que no âmbito da Estratégia Nacional do Mar, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo já está a desenvolver novas ofertas formativas de pós-graduações, cursos de curta duração (micro-credenciais) e um ciclo de conferências e oficinas pedagógicas - Water Design Views. Formações em logística e transporte marítimo, Construção Naval e Máquinas e Sistemas Marítimos, desportos náuticos, marketing e comunicação do mar, guias turísticos, documentarismo e artesanato náutico, gestão de recursos hídricos e saúde pela água, entre outros também já integram o trabalho que o IPVC está a desenvolver nesta área.   https://youtu.be/1Enf6-cI2d4
Atualizado em 26/05/2022

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